“O ato de criar é um ato de amor, e não concebo
amor de que não participem pelo menos dois. Nisso é que está o trágico
da atividade do escritor, o dilema da sua paixão de artista: escrever é
um ato solitário. E ele não tem alternativa: ou fica sozinho como um
demônio, amando apenas a si mesmo, ou, como um santo, passa a amar a
humanidade inteira.”
| Fernando Sabino |
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