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Tocar com cuidado o coração do outro: essa é a grande beleza da vida.
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Simplesmente Sereníssima
em
23 de junho de 2024
Não faz mal se hoje está tudo uma bagunça aí dentro de você.
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Simplesmente Sereníssima
em
1 de julho de 2021
Não faz mal se hoje está tudo uma bagunça aí dentro de você. Você é humano. Não faz mal mesmo;. O que você deve se perguntar é se essa bagunça te prejudica. Se essa bagunça te impede de prosperar, de virar o jogo, de ir atrás do que você quer, Ás vezes precisamos da bagunça para ressurgir, para renascer, para entender de fato o que queremos.
Clarissa Corrêa
Pega a visão: Jamais comente sobre a aparência de outra pessoa.
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Simplesmente Sereníssima
em
29 de agosto de 2020

A APARÊNCIA DE OUTRA PESSOA
Na infância eu odiava minhas sardas. Tentei, inúmeras vezes, tirá-las. Esfregava coisas no rosto, dizia pra minha mãe que não gostava delas, que não queria aquilo tudo na cara. Eu era criança. Uma simples criança. Mas na escola ouvia piadinhas de outras crianças, tipo “sardinha enlatada” e coisas do gênero. Fora os adultos, que se referiam a mim como “aquela sardenta ali, ó”. Eu não tinha nome: era a sardenta e ponto. Convivi mal com minhas sardas até os 18 anos, até que passei a me enxergar diferente. Por que eu tinha que ser igual aos outros? Por que eu não podia ser bonita tendo várias pintinhas? Passei a amar cada pontinho que faz parte do meu rosto, dos meus ombros e do meu colo. Foi um processo longo e um pouco sofrido, e sei que nem todo mundo tem a sorte de se acolher e aprender a se amar.
Muitas pessoas passam a vida com algum complexo, odiando alguma coisa no seu rosto ou no seu corpo. Assisti recentemente o documentário da Taylor Swift, Miss Americana. Gostei muito do que ela disse: “Há sempre um padrão de beleza que você não alcança. Porque se você é magra, não tem a bunda que todo mundo quer. Mas se você pesa o bastante para ter bunda, sua barriga não é lisinha. É tudo impossível”. Eu estou (bem) acima do peso. Como não me sinto bem assim estou me esforçando (com dieta, atividade física e terapia) pra mudar. Não porque a sociedade diz que o bonito é ser assim ou assado, mas porque EU me sinto bem no meu peso ideal. Entende a diferença? Não são os outros, sou eu.
Dia desses vi comentários em uma foto de uma atriz que me chocaram. Um dos comentários era “o que aconteceu com ela?”. Gente, isso é inadmissível. A atriz em questão falou que tem um distúrbio alimentar, que passou a vida tentando ser como os outros diziam que ela tinha que ser e que agora se libertou. Agora te pergunto: o que VOCÊ tem a ver com o peso de outra pessoa? Quem é você pra dizer se a outra pessoa é gorda ou feia? Você pararia alguém na rua pra dizer “ei, você está gordo”?!? Então não comente na foto de alguém esse tipo de coisa. Educação vale dentro e fora das redes sociais. Respeito, idem. Anteontem postei uma foto com meu filho na praia. Recebi vários comentários. E inacreditáveis sete pessoas escreveram assim “nossa, que sardenta”, “quanta sarda!”, “tudo isso de sarda?”, “só tem sarda aí” e coisas do gênero. Nada ofensivo. Vamos de novo: nada ofensivo? E se eu ainda não convivesse bem com elas? Me diz? Se eu não gostasse delas ia ficar com a pulga atrás da orelha. E ia me sentir mal. Se você não tem nada de positivo pra dizer pra outra pessoa, não diga. Simples. Sou cheia de sardas, lógico, mas você me pararia na rua sem me conhecer pra dizer “nossa, quantas sardas você tem!”? Sim ou não? Pega a visão: jamais comente sobre a aparência de outra pessoa.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Imagens Pixabay
Num relacionamento amoroso, muito mais importante que a conexão física é saber escutar o outro.
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Simplesmente Sereníssima
em
17 de agosto de 2020
Num relacionamento amoroso, muito mais importante que a conexão física é saber escutar o outro. Num relacionamento entre pais e filhos, muito mais importante que incentivar e elogiar é saber escutar o outro. Numa amizade, muito mais importante que beber, rir e falar bobagem é saber escutar o outro. Numa relação de trabalho, muito mais importante que dar o melhor de si é saber escutar o outro.
Agora te pergunto: você sabe ouvir? A base de qualquer relação é a comunicação. E quando a base está bem estabelecida, acredite, tudo flui.
Como você se comunica? Quando seu marido ou esposa chega pra te contar algo você consegue ouvi-lo na essência, sem interrupções, sem críticas e com o coração aberto? Ou você já o interrompe fazendo suposições “ah, mas você é assim, você é assado”? Quando seu filho quer te contar sobre algo que aconteceu na escola ou na faculdade você o escuta por inteiro? Você está presente ou se distrai com o celular ou com algo “mais importante”? Quando seu amigo precisa dividir algo sério com você como é a sua reação? Leva tudo na brincadeira e faz piada ou consegue ser um bom ouvinte? Quando seu cliente quer falar sobre o que pensa você consegue parar pra tentar entendê-lo?
Muitas vezes a gente se coloca num pedestal. Simplesmente desligamos nossos ouvidos. Ignoramos o sentimento e o querer de outra pessoa. Achamos que já sabemos o que a outra pessoa vai falar ou antes mesmo de ouvi-la já interrompemos e colamos um rótulo na testa dela “você está dizendo isso porque é dramática” ou “você sempre faz isso porque é desatenta”. Tem gente que só sabe se comunicar falando, sem ouvir. Não são somente as crianças que precisam de atenção: os adultos também querem se sentir acolhidos. Ouvidos. Amados. Olhados. Por isso, olhe nos olhos do outro. Ouça o que a voz e o coração dele dizem. É de graça. E ao contrário do que você pode pensar não é perda de tempo. Você ganha com isso, ele ganha com isso, a relação (seja ela qual for) também ganha com isso. Ser ouvido é ser valorizado: às vezes a outra pessoa só quer falar. E às vezes você só precisa ouvir (será que consegue?).
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Imagens Pixabay
Às vezes você leva uma rasteira de quem menos esperava.
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Simplesmente Sereníssima
em
11 de agosto de 2020
Tem gente que não vale uma lágrima no travesseiro, uma
explicação, um pensamento, um adeus. Sou a favor de esclarecer as
coisas, falar o que sente, deixar tudo bem esmiuçado. Mas nem sempre dá.
Às vezes você leva uma rasteira de quem menos espera. Às vezes alguém puxa seu tapete. Às vezes falta um ombro e sobram sonhos. Às vezes você fica com aquilo por dizer ali, parado, pesando na garganta e no coração. Só que nem sempre o outro merece ouvir o que você tem pra falar.
Quem não tem caráter nunca vai conseguir lidar com o sentimento de outra pessoa. Entenda isso e se for preciso anote, decore, faça virar mantra. Você pode (e deve!) ser franco com você e com suas emoções. Você pode (e deve!) usar e abusar da sua sinceridade. Você pode (e deve!) abrir o jogo, dizer o que pensa, não deixar nada pra trás. Mas você precisa se colocar em primeiro lugar. E o que significa isso? Enxergar que existem pessoas que não valem a pena. Simples - e às vezes decepcionante - assim.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Às vezes você leva uma rasteira de quem menos espera. Às vezes alguém puxa seu tapete. Às vezes falta um ombro e sobram sonhos. Às vezes você fica com aquilo por dizer ali, parado, pesando na garganta e no coração. Só que nem sempre o outro merece ouvir o que você tem pra falar.
Quem não tem caráter nunca vai conseguir lidar com o sentimento de outra pessoa. Entenda isso e se for preciso anote, decore, faça virar mantra. Você pode (e deve!) ser franco com você e com suas emoções. Você pode (e deve!) usar e abusar da sua sinceridade. Você pode (e deve!) abrir o jogo, dizer o que pensa, não deixar nada pra trás. Mas você precisa se colocar em primeiro lugar. E o que significa isso? Enxergar que existem pessoas que não valem a pena. Simples - e às vezes decepcionante - assim.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
É tanto filtro, no Instagram e na vida, que não sabemos mais o que é verdade ou ilusão.
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
10 de agosto de 2020

USAMOS NA VIDA
Uma simples foto é totalmente manipulada. Um vídeo curto é cheio de efeitos para disfarçar pequenas imperfeições. Um aplicativo pode, em instantes, te deixar com pele de bebê. Você já viu algo assim nas redes sociais?
É tanto filtro, no Instagram e na vida, que não sabemos mais o que é verdade ou ilusão. Ninguém mais se mostra como é na essência. E a essência não tem filtro, não tem corretivo, não tem Photoshop. Pelo contrário: a essência tem realidade. A realidade às vezes é um cabelo preso num coque, uma cara lavada, a unha por fazer e o pé no chão.
De um lado, o movimento do “não apareça sem a pele de porcelana e um fio de cabelo fora do lugar”, do outro o movimento do “se aceite, se ame do jeito que é”. Equilíbrio ninguém quer. Equilíbrio ninguém sugere. E tem coisas que fogem do normal.
E o que é o normal? Normal, pelo menos pra mim, é ser natural. É avaliar o que te incomoda e tentar mudar. Mas não porque todo mundo muda, não porque todo mundo faz, não porque todo mundo quer. Porque VOCÊ quer. Porque VOCÊ não se sente bem com determinada coisa. Hoje em dia é tanta gente fazendo preenchimento, esticando o rosto, perdendo a naturalidade. Um bando de robôs, iguais, desfilando pelas ruas. Falta bom senso, sobram procedimentos estéticos.
Melhorar é ótimo, ser artificial é péssimo. Se sentir bonita é fundamental, querer fazer o que os outros fazem não é legal. Sou a favor do bem-estar, do autocuidado, de se sentir bem. Sem uma imagem de mentirinha, sem exageros. Melhorar uma coisa aqui e outra ali é saudável, mas aceitar que envelhecemos também é importante. Todo mundo envelhece. E nem todo botox do universo vai paralisar as rugas que vão lutar pra surgir.
A vaidade é boa, só precisa ser direcionada e usada com bom senso. É necessário, também, perceber que precisamos praticar o autoacolhimento, já que ninguém atingirá a perfeição.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Uma simples foto é totalmente manipulada. Um vídeo curto é cheio de efeitos para disfarçar pequenas imperfeições. Um aplicativo pode, em instantes, te deixar com pele de bebê. Você já viu algo assim nas redes sociais?
É tanto filtro, no Instagram e na vida, que não sabemos mais o que é verdade ou ilusão. Ninguém mais se mostra como é na essência. E a essência não tem filtro, não tem corretivo, não tem Photoshop. Pelo contrário: a essência tem realidade. A realidade às vezes é um cabelo preso num coque, uma cara lavada, a unha por fazer e o pé no chão.
De um lado, o movimento do “não apareça sem a pele de porcelana e um fio de cabelo fora do lugar”, do outro o movimento do “se aceite, se ame do jeito que é”. Equilíbrio ninguém quer. Equilíbrio ninguém sugere. E tem coisas que fogem do normal.
E o que é o normal? Normal, pelo menos pra mim, é ser natural. É avaliar o que te incomoda e tentar mudar. Mas não porque todo mundo muda, não porque todo mundo faz, não porque todo mundo quer. Porque VOCÊ quer. Porque VOCÊ não se sente bem com determinada coisa. Hoje em dia é tanta gente fazendo preenchimento, esticando o rosto, perdendo a naturalidade. Um bando de robôs, iguais, desfilando pelas ruas. Falta bom senso, sobram procedimentos estéticos.
Melhorar é ótimo, ser artificial é péssimo. Se sentir bonita é fundamental, querer fazer o que os outros fazem não é legal. Sou a favor do bem-estar, do autocuidado, de se sentir bem. Sem uma imagem de mentirinha, sem exageros. Melhorar uma coisa aqui e outra ali é saudável, mas aceitar que envelhecemos também é importante. Todo mundo envelhece. E nem todo botox do universo vai paralisar as rugas que vão lutar pra surgir.
A vaidade é boa, só precisa ser direcionada e usada com bom senso. É necessário, também, perceber que precisamos praticar o autoacolhimento, já que ninguém atingirá a perfeição.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
A felicidade é sutil. É uma poesia, um pedaço de manga, um gole de vinho, uma música que arrepia.
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Simplesmente Sereníssima
A felicidade é sutil. É uma poesia, um pedaço de manga, um gole de vinho, uma música que arrepia. A felicidade é tão simples. Um abraço em quem a gente não vê faz tempo, um carinho de um amigo, um beijo em seu amor. É andar de mãos dadas, encostar a cabeça no ombro do outro no cinema, dormir juntinho. É cheiro de café passado, susto que passa logo, lambida de cachorro no nariz e perfume de flor. A felicidade é serena. Uma ferida que sara, a calça que finalmente entra, a tão desejada voz do outro lado do telefone. Um filho que aprende a dizer mamãe, a receita que dá certo, o olhar que se encontra.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Precisamos de uma passatempo pra não enfrentar nem encarar o que nos incomoda.
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Simplesmente Sereníssima
em
8 de agosto de 2020
Eu estava aqui pensando sobre a minha companhia. É bem
verdade que vez ou outra sou cri cri demais, que minha mente nunca
descansa e que às vezes eu reclamo pra caramba. Mas eu me curto muito.
Já teve um tempo em que eu não gostava do silêncio. Ao chegar em casa já ligava a televisão ou precisava de música. Se estava assistindo um filme pegava o celular pra conferir alguma rede social. Se tentava ler um livro logo me distraía e buscava uma outra ocupação. Se tinha um tempo livre buscava preenchê-lo encontrando algum amigo para colocar o papo em dia. Se estava sem fazer nada ligava para alguém. Precisava de outras pessoas. Precisava fugir de uma suposta solidão. Tolinha, não percebia que você pode estar só mesmo estando acompanhada de vinte pessoas.
Depois de muito estudo, sessões de análise intensas, pesquisas e, principalmente, de olhar pra dentro de mim, entendi que eu fugia. Agora se prepare pra notícia mais bombástica de todas: eu fugia de mim. Dos meus silêncios, da minha presença, de entender o motivo do meu desconforto. Eu simplesmente não queria saber a razão pela qual eu precisava sempre de um estímulo. Música, televisão, pessoas. Coisas que me tirassem a atenção de mim mesma. Isso parece louco, não?
Agora pensa comigo: na correria do dia a dia a gente está sempre ligado. Na sala de espera pegamos o celular pra conferir o Instagram. No carro ouvimos música. Em casa ligamos o Netflix. No jantar ficamos de olho no whatsapp. Precisamos sempre de algo que nos conecte com o externo. Precisamos de um passatempo pra não enfrentar nem encarar o que nos incomoda. E não são raras as vezes que o que nos incomoda somos nós mesmos. Por isso, fugimos. Fingimos não ver, fechamos os olhos e seguimos em frente como se nada estivesse acontecendo.
É importante ficar confortável com a sua companhia. Experimente, por exemplo, almoçar sozinho sem o celular. Faça companhia para você mesmo. Preste atenção na sua respiração, no que te move, no que te faz bem ou mal. É importante ouvir seus silêncios, pois eles são reveladores. Não deixe pra depois: marque hoje mesmo um happy hour com você.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Já teve um tempo em que eu não gostava do silêncio. Ao chegar em casa já ligava a televisão ou precisava de música. Se estava assistindo um filme pegava o celular pra conferir alguma rede social. Se tentava ler um livro logo me distraía e buscava uma outra ocupação. Se tinha um tempo livre buscava preenchê-lo encontrando algum amigo para colocar o papo em dia. Se estava sem fazer nada ligava para alguém. Precisava de outras pessoas. Precisava fugir de uma suposta solidão. Tolinha, não percebia que você pode estar só mesmo estando acompanhada de vinte pessoas.
Depois de muito estudo, sessões de análise intensas, pesquisas e, principalmente, de olhar pra dentro de mim, entendi que eu fugia. Agora se prepare pra notícia mais bombástica de todas: eu fugia de mim. Dos meus silêncios, da minha presença, de entender o motivo do meu desconforto. Eu simplesmente não queria saber a razão pela qual eu precisava sempre de um estímulo. Música, televisão, pessoas. Coisas que me tirassem a atenção de mim mesma. Isso parece louco, não?
Agora pensa comigo: na correria do dia a dia a gente está sempre ligado. Na sala de espera pegamos o celular pra conferir o Instagram. No carro ouvimos música. Em casa ligamos o Netflix. No jantar ficamos de olho no whatsapp. Precisamos sempre de algo que nos conecte com o externo. Precisamos de um passatempo pra não enfrentar nem encarar o que nos incomoda. E não são raras as vezes que o que nos incomoda somos nós mesmos. Por isso, fugimos. Fingimos não ver, fechamos os olhos e seguimos em frente como se nada estivesse acontecendo.
É importante ficar confortável com a sua companhia. Experimente, por exemplo, almoçar sozinho sem o celular. Faça companhia para você mesmo. Preste atenção na sua respiração, no que te move, no que te faz bem ou mal. É importante ouvir seus silêncios, pois eles são reveladores. Não deixe pra depois: marque hoje mesmo um happy hour com você.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Uma relação dá certo até onde precisa dar.
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
3 de agosto de 2020
SOBRE AS RELAÇÕES QUE ACABAM
Às vezes uma pessoa não é o suficiente pra você naquele momento. Por mais que você tente e se esforce, ela simplesmente não corresponde ao que você espera, não supre suas necessidades emocionais, não se encaixa na sua forma de viver. Não adianta você forçar ou fazer exigências: ninguém muda porque você quer. O máximo que é possível fazer é falar o que te faz ou não feliz, estabelecer quais são os seus limites e anseios. Se o outro vai acolhê-los e entendê-los é outra história.
Uma relação dá certo até onde precisa dar. Esse tempo ninguém sabe ao certo. Pode ser eterno ou pode ser um curto período. Se acaba não quer dizer que foi ruim ou deu errado. Um filme acaba, um livro acaba, um jogo acaba, uma conversa acaba. Por que uma relação não pode acabar também?
Não estou aqui pra falar mal dos relacionamentos ou do amor. Só quero que você perceba que nem sempre as coisas duram o tempo que você quer. Às vezes elas duram apenas o tempo que precisam. Da mesma forma que às vezes o outro não corresponde às suas expectativas, muitas vezes você também pode não corresponder às dele. E tudo bem. Acontece, somos humanos. Estamos vivos.
O errado é você sair falando mal de quem ficou com você durante meses ou anos. O errado é você jogar no ralo toda uma história. O errado é, depois que acaba, você fingir que aquilo tudo não existiu. Existiu, sim. Por um período te fez feliz, sim. Então não esqueça disso e, principalmente, tenha respeito pela história que você viveu.
Ninguém aprisiona ninguém em uma relação, seja ela um casamento ou um namoro. Quem fica, fica porque quer. Quem tenta, tenta porque acha válido. Quem respeita, respeita porque ama. Quem se sacrifica, se sacrifica porque acha que vale a pena. Quem se esforça, se esforça porque sabe que um o amor não vem com prazo de validade: ele é uma tentativa diária.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Imagens Pixabay
Às vezes uma pessoa não é o suficiente pra você naquele momento. Por mais que você tente e se esforce, ela simplesmente não corresponde ao que você espera, não supre suas necessidades emocionais, não se encaixa na sua forma de viver. Não adianta você forçar ou fazer exigências: ninguém muda porque você quer. O máximo que é possível fazer é falar o que te faz ou não feliz, estabelecer quais são os seus limites e anseios. Se o outro vai acolhê-los e entendê-los é outra história.
Uma relação dá certo até onde precisa dar. Esse tempo ninguém sabe ao certo. Pode ser eterno ou pode ser um curto período. Se acaba não quer dizer que foi ruim ou deu errado. Um filme acaba, um livro acaba, um jogo acaba, uma conversa acaba. Por que uma relação não pode acabar também?
Não estou aqui pra falar mal dos relacionamentos ou do amor. Só quero que você perceba que nem sempre as coisas duram o tempo que você quer. Às vezes elas duram apenas o tempo que precisam. Da mesma forma que às vezes o outro não corresponde às suas expectativas, muitas vezes você também pode não corresponder às dele. E tudo bem. Acontece, somos humanos. Estamos vivos.
O errado é você sair falando mal de quem ficou com você durante meses ou anos. O errado é você jogar no ralo toda uma história. O errado é, depois que acaba, você fingir que aquilo tudo não existiu. Existiu, sim. Por um período te fez feliz, sim. Então não esqueça disso e, principalmente, tenha respeito pela história que você viveu.
Ninguém aprisiona ninguém em uma relação, seja ela um casamento ou um namoro. Quem fica, fica porque quer. Quem tenta, tenta porque acha válido. Quem respeita, respeita porque ama. Quem se sacrifica, se sacrifica porque acha que vale a pena. Quem se esforça, se esforça porque sabe que um o amor não vem com prazo de validade: ele é uma tentativa diária.
Autora: Clarissa Corrêa - @correa_clarissa
Imagens Pixabay
O mundo fica mais bonito quando a gente carrega coisas boas no peito.
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
17 de abril de 2020
O mundo fica mais bonito quando a gente carrega coisas boas no peito.
Clarissa Corrêa
Gratidão Gratidão por tudo que somos, por tudo que temos, por todos que nos amam e por todos que nos são queridos.
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
21 de março de 2020
Entenda, meu amigo, dessa vida a gente não sabe nada, a gente não leva nada. Estamos aqui para errar todos os dias. Para tentar fazer o certo e, ainda assim, fazer errado. Ninguém é Deus, ninguém é diabo. Todo mundo tem um pouco de tudo.
Clarissa Corrêa
Para me agradar não é preciso um anel de diamantes...
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
19 de outubro de 2019
Para me agradar não é preciso um anel de diamantes, jantares
caros, sapatos de grife, carro do ano, cobertura com vista para o mar ou
viagens para o exterior uma vez por mês. Para me agradar não é
necessário abrir a porta do carro, beijar a minha mão ou me enviar 200
rosas colombianas. Para me agradar não é necessário fazer declarações de
amor em redes sociais, escrever poema romântico ou cantar uma música
embaixo da minha janela. Para me agradar só é necessária uma coisa: me
perceber.
As pessoas são e sempre serão diferentes. Por isso, nós precisamos ter um pouco de paciência...
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Simplesmente Sereníssima
em
14 de outubro de 2019
As pessoas são e sempre serão diferentes. Por isso, nós precisamos ter um pouco de paciência, sabedoria e jogo de cinturara para lidar com o jeito, a falha a forma e a bagagem do outro.
Eu sinto saudade. Apenas isso. Não tenho como controlar. Vi uma foto sua e sorri.
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
30 de setembro de 2019
Eu sinto saudade. Apenas isso. Não tenho como controlar.
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
19 de setembro de 2019
Eu sinto saudade. Apenas isso. Não tenho como controlar. Vi uma
foto sua e sorri. Sorri um sorriso que me transportou para o passado,
para onde tudo era sereno e seguro. Sinto falta de deitar no seu colo,
lá eu sabia que tudo tinha jeito. Que tudo tinha saída, solução. A sua
risada doce e sincera eram garantias de que tudo ia dar certo.
Ninguém acerta sempre e toda história tem pelo menos dois lados, duas interpretações.
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
18 de setembro de 2019
Ninguém acerta sempre e toda história tem pelo menos dois lados,
duas interpretações. Posso ter a plena certeza de que estou fazendo o
meu melhor. Você pode entender que estou te dando o meu pior. Posso
achar que estou fazendo o bem. Você pode entender que estou te
ofendendo.
Posso me expressar de uma forma que você acha errada.
As pessoas são e sempre serão diferentes. Por isso, nós precisamos
ter um pouco de paciência, sabedoria e jogo de cintura para lidar com o
jeito, a falha, a forma e a bagagem do outro. E vice-versa.
Encontrar o amor é alívio. É ter a certeza que os dias não serão mais solitários...
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
12 de setembro de 2019
Encontrar o amor é alívio. É ter a certeza que os dias não serão mais
solitários. É saber que no começo, no meio e no fim vai ter alguém ao
seu lado. Não um alguém qualquer, mas o seu amor. Aquele que vai estar
ao seu lado até o último capítulo. Por mais longos que sejam os
intervalos comerciais.
Clarissa Corrêa
belasmensagens
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Dos pedidos para hoje e sempre: Que a gente sorria mais com os olhos, a boca e o coração.
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Simplesmente Sereníssima
em
10 de setembro de 2019
Dos pedidos para hoje e sempre: Que a gente sorria mais com os olhos, a boca e o coração.
Clarissa Corrêa
@omeletrashomeletandjuliegg
Clarissa Corrêa
@omeletrashomeletandjuliegg
A vida minha amiga é uma eterna repetição. A gente repete e repete e repete...
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
6 de setembro de 2019
A vida minha amiga é uma eterna repetição. A gente repete e repete e repete bate com a cara em uma rocha e quase se afoga nesse oceano que é a vida mas acredite ninguém aprende quando o assunto é o coração.
Clarissa Corrêa
belasmensagens
Clarissa Corrêa
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A melhor fotografia é aquela que fica dentro da sua caixa de recordações e do seu baú de memórias.
Publicado por
Simplesmente Sereníssima
em
25 de agosto de 2019
A melhor fotografia é aquela que fica dentro da sua caixa de recordações e do seu baú de memórias.
Clarissa Corrêa
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