Simplesmente Sereníssima: Fernando Pessoa
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Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.

em 26 de maio de 2020


Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
Fernando Pessoa
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Do meu quarto andar sobre o infinito...

em 31 de janeiro de 2016

Do meu quarto andar sobre o infinito, no plausível íntimo da tarde que acontece, à janela para o começo das estrelas, meus sonhos vão por acordo de ritmo com a distância exposta para as viagens aos países incógnitos, ou supostos, ou somente impossíveis.

Fernando Pessoa, A Viagem na Cabeça


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Ficção de que começa alguma coisa!

em 6 de janeiro de 2014

Ficção de que começa alguma coisa!
Nada começa: tudo continua.
Na fluida e incerta essência misteriosa
Da vida, flui em sombra a água nua.
Curvas do rio escondem só o movimento.
O mesmo rio flui onde se vê.
Começar só começa em pensamento.


Fernando Pessoa


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Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas...

em 15 de novembro de 2013

Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É saber falar de si mesmo. É não ter medo dos próprios sentimentos.” 
  Fernando Pessoa
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O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade...

em 3 de agosto de 2013

O mundo é de quem não sente. A condição essencial para se ser um homem prático é a ausência de sensibilidade. A qualidade principal na prática da vida é aquela qualidade que conduz à ação, isto é, a vontade. Ora há duas coisas que estorvam a ação - a sensibilidade e o pensamento analítico, que não é, afinal, mais que o pensamento com sensibilidade. Toda a ação é, por sua natureza, a projeção da personalidade sobre o mundo externo, e como o mundo externo é em grande e principal parte composto por entes humanos, segue que essa projeção da personalidade é essencialmente o atravessarmo-nos no caminho alheio, o estorvar, ferir e esmagar os outros, conforme o nosso modo de agir.” 

Fernando Pessoa, Livro do Desassossego. 
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Se estiver tudo errado, comece novamente...

em 1 de agosto de 2013

Se estiver tudo errado, comece novamente. Se estiver tudo certo continue. Se sentir saudades, mate-a. Se perder um amor, não se perca. Mas, se o achar, segure-o.” 
  Fernando Pessoa  
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Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade...

em 5 de julho de 2013


“Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.”


Fernando Pessoa


Imagens Pixabay 















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O Amor não se conjuga no passado...


O Amor não se conjuga no passado, ou se ama para sempre
ou nunca se amou verdadeiramente.

Fernando Pessoa
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É fácil caminha lado a lado, difícil é saber como se encontrar!


 É fácil caminha lado a lado, difícil é saber como se encontrar! É fácil beijar o rosto, difícil é chegar ao coração!

Fernando Pessoa
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Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade.

em 20 de novembro de 2010



"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-nos metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril"
Fernando Pessoa

Imagens Pixabay

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