“Minha avó sempre disse duas coisas “quem fala o
que quer ouve o que não quer” e “o que arde, cura”. Demorei um pouco
para entender o real significado disso, afinal, qual criança gostava de
passar Merthiolate no joelho ralado? Hoje eu entendo tudinho que ela
quis dizer. Imagina se todo mundo falasse o que pensa? Eu não teria
amigos, você também não. Provavelmente, seria deserdada por meus pais.”
| Clarissa Corrêa |
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