A culpa é sua. Sim, sua. De sempre me fazer voltar
atrás. De eu nunca ter cumprido aquela velha promessa “não vou mais me
apaixonar”. Mas a culpa também é minha. Por sempre atender ao teu
sorriso. Por sempre estar disponível. Ou será que o culpado é esse meu
coração? Esse bobo e frágil coração. Que sempre está carente, sempre
precisando de cuidados. Queria apenas saber de quem é a culpa, se é que
existe um culpado.”
Querido John

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