11 de agosto de 2013

Quis brincar de escrever...

Quis brincar de escrever sem conhecer o peso das palavras. Quis bancar o escritor sem levar em consideração o preço que se paga por mexer com ideias. Quis transcrever sentimentos como se fosse possível colocá-los no papel, e, por essa ignorância inocente de uma pessoa curiosa qualquer, acabei preso dentro de meus pensamentos, acabei trancado na minha imaginação. É como se tudo o que estou vivendo não fosse real e sim algum produto paranoico de minha mente, como se tudo acontecesse dentro da minha cabeça e eu mesmo estive em algum lugar dormindo ou meditando pensando em milhões de possibilidades de como quero minha vida e as vivendo no meu subconsciente apenas para poder escrever alguma coisa depois, e agora, posso até escrever um texto ou outro que fique bacana, um sentimento ou outro que pareça real, mas não importa o que eu faça para sair desse desvaneio contínuo em que me enfiei, continuarei preso nesse mar de ideias.” 
 
  Minha vida é uma realidade ou uma fantasia?   Thiago Polycarpo.