31 de janeiro de 2016

Do meu quarto andar sobre o infinito...

Do meu quarto andar sobre o infinito, no plausível íntimo da tarde que acontece, à janela para o começo das estrelas, meus sonhos vão por acordo de ritmo com a distância exposta para as viagens aos países incógnitos, ou supostos, ou somente impossíveis.

Fernando Pessoa, A Viagem na Cabeça


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