“Bebi saudade como se fosse álcool, mas havia uma pequena diferença: o álcool eu paro quando me sinto tonta, a saudade não. Continuei bebendo, mesmo sabendo que já estava no meu limite, e o resultado dessa teimosia foi o que eu esperava: afoguei-me em lágrimas, pensando e repensando em inúmeras coisas, tentando entender o porquê que certas coisas viraram apenas lembranças. No início não era esse o plano, a certeza era mais que certa de que o passado agora estaria sendo o presente e o futuro. Como as coisas podem mudar tão rapidamente? Por qual motivo fazemos planos se nunca vai sair como planejamos? E quem foi que disse que a felicidade só pode ser encontrada no final? Porque a minha felicidade já se foi e eu ainda não.”
Desalentou acompanhado de Rubidea.
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