“Conhecer a essência pelo ruído, pelo ligeiro
movimento dos olhos, pelos soletrar dos dedos sobre o teclado. A
inquietude que dispersa as costas, traduzida pela nuca, tensa e nua. O
enquadramento perfeito gerado pela duvida perante um sentimento que não
se descreve. E pela madrugada adentro o autor se despe como se na sua
própria carne fosse desvendar o segredo.”
| Elisa Bartlett |
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