“E pensar que o mar cabe dentro dos teus olhos
sem você jamais saber. Quando teus músculos tremem e alguma coisa no
interior se converte em implosão, não em caos - que o caos é sempre, até
debaixo dos mantos, até sobre os prantos, até em quadros brancos sem
assinatura -, quando aquela batida te leva a acender dois cigarros de
uma vez só. Os movimentos de quem imagina ser fogo e fuga, baby blue,
sendo que essas histórias não passam disso, de histórias. Aquela
loucura… Aquela… Aquela neurose que parece não se alimentar de nada além
do que é interior, e que devora, e que destrói… Aquela certa ou incerta
insanidade, sim; essas sim, as de agora, por último, sem susto. E você
ainda não crê ter visto uma ressaca? Quando ressacas são tua vista.”
|
| Claudia |
Nenhum comentário:
Postar um comentário