3 de setembro de 2013

Quem dera

 
 
Quem dera, em meio a briga poder te interromper com um beijo e calar essa tua boca idiota que fala coisas sem cabimentos, onde já se viu? Deixar tudo o que é nosso destinar-se ralo abaixo, pelos buracos da terra, com nossas próprias lágrimas que parecem mais rios que transbordam em meia tempestade. Mas como sempre, mais uma vez, a distancia vence.. e eu? Continuo a desafiando afinal, não tem nada que impeça quando tem que ser, e mesmo não sendo, já somos. E com tudo, aos tropeços, aguardo o bom da vida.
Guardo o melhor de mim, pra você.
” 
 
  nevou. 

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